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dear cinema

Críticas simples e curtas.

Robin Hood (2010)

por rita ralha, em 07.06.10
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Entrar sem expectativas e sair indiferente. Assim foi a minha aventura com Russel Crowe.

A perspectiva sobre a história não é a do costume e Robin está ainda longe de se tornar naquele que tirava aos ricos para dar aos pobres; talvez por isso, o tédio não se torne absoluto. O interesse vai subsistindo medianamente, interrompido pelo ocasional fechar de olhos de minuto e meio. As interpretações são inquestionavelmente boas, mas insuficientes para Ridley Scott poder colocar, orgulhosamente, esta película no seu CV.

As portas para a sequela ficam descaradamente abertas, trazendo à memória a frequente desilusão do cinema moderno: fazem-se filmes mais para ganhar dinheiro, que para entreter (cof*avatar*cof).

5/10