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dear cinema

Críticas simples e curtas.

Legend (2015) aka Tom Hardy + Tom Hardy e nada mais

por rita ralha, em 10.11.15

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Não vou menosprezar o fascínio que sinto quando ouço que um ator interpreta mais do que uma personagem num mesmo filme. I'm that easy. No que diz respeito a este ponto, Legend cumpre e recumpre. Tom Hardy é poderoso de duas formas muito distintas e isso quase chega para encher a barriga durante duas horas.

 

Depois sobra o resto, que não é muito e que parece feito ao de leve, como se a responsabilidade de tornar o filme em algo bom tivesse ficado somente sobre os ombros do Tom Hardy. A música oscila bipolarmente entre um tom melancólico-animado e um melancólico-depressivo, o que me deixou verdadeiramente (oh, como eu adoro advérbios) confusa. Afinal queriam fazer um Goodfellas ou um The Untouchables? (se calhar queriam é fazer uma cena deles - esquisita)

 

Em suma, é interessante pelo fator óbvio e ficamos por aí. Para ver em casa, quando sair no videoclube (ou Netflix - tears of joy!).

 

6/10