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dear cinema

Críticas simples e curtas.

Going the Distance (2010)

por rita ralha, em 03.11.10
going-the-distance-1024Uma química natural entre Drew Barrymore e Justin Long, cortesia do seu namoro na real-life, em conjunto com uma série de fucks em alto e bom som tornam esta comédia interessante e bastante suportável. Um fim ligeiramente mais cru tornaria a história mais sincera.

Numa frase: no dia seguinte, já nem nos lembramos que o vimos, mas passou-se 1h30 agradável.

6/10

The Switch (2010)

por rita ralha, em 27.10.10

thomas-robinson-and-jason-bateman-in-the-switch_jpg_jpgTal como a cara de Aniston no poster já anuncia, The Switch não pega em nada de novo. No entanto, salva-se graças às suas personagens bem desenvolvidas e ao carisma dos intérpretes (principalmente, os masculinos).

Numa frase (extensa): A típica comédia feita para Jennifer Aniston, com o pequeno (grande) pormenor de incluir a cute-awkwardness de Jason Bateman e da pequena criança (que levará qualquer não-adulador desta faixa etária a pensar duas vezes sobre a provável queridice dos pequenos seres).

7/10

Wall Street: Money Never Sleeps (2010)

por rita ralha, em 26.10.10
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As insónias do dinheiro e a ganância de Gekko pulsam vibrantemente durante todo o filme, tal qual o fizeram há 20 anos atrás. Carey Mulligan e Shia Labeouf refrescam o elenco, mas nem assim a história se escapa de se tornar demasiado longa e previsível.

Menos empolgante que o anterior, mas ainda assim, okzinho.

6/10

Brothers (2010)

por rita ralha, em 30.09.10

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Um filme que oferece a sensação quase constante de estar quebrado em dois.

De um lado, a história banal da mulher que perdeu o marido na guerra e que chora sobre o ombro do cunhado. Do outro, um drama potentíssimo e arrepiante de um episódio na guerra, com um Tobey Maguire completamente alucinado.

Tivesse o realizador conseguido passar apenas um pouquinho da intensidade desta segunda parte para a primeira e teríamos um filme impressionante.

Numa frase: um Pearl Harbor com menos lamechice e com um toquezinho de The Hurt Locker.

6/10

Toy Story 3 (2010)

por rita ralha, em 17.08.10

Há muitos anos atrás, vi o Toy Story e penso que devo ter gostado. Este ano, vi o Toy Story 3 e não há dúvida de que gostei!

A certeza surge graças à minha (habitual) não-paixão por filmes de animação, que este filme alegremente contrariou, ao argumento e história divertidos e à habilidade com que combinaram comédia com momentos verdadeiramente emotivos.

As novas personagens são simplesmente geniais. Um shout out para o Ken!

8/10

The Ghost Writer (2010)

por rita ralha, em 03.08.10
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Pegando no conceito (inevitavelmente) pouco divulgado de escritor-fantasma e utilizando personagens interessantes — destaque para os agradáveis Pierce Brosnan, aqui invulgarmente não sedutor, e Kim Catrall, aqui hiper-estranhamente não-Samantha — Roman Polanski fez um filme de interesse crescente e ambiente misterioso, sempre bem acompanhado por uma musiquinha muito Poirot meets The Twilight Zone.

Numa frase (curta): bom e interessante, mas não fenomenal.

7/10

Prince of Persia: The Sands of Time (2010)

por rita ralha, em 21.07.10

Uma aventura levemente interessante, em que o que salta mais à vista é mesmo Gyllenhaal. Não aborrece, não emociona, não assombra.

Um filme sobre o qual certamente direi, dentro de uns anos, ah sim, acho que vi no cinema, ou se calhar não vi... ja não me lembro.

Um filme sobre o qual não consigo escrever mais nada de jeito... (reflexo provável da falta de sentimento que provocou em mim).

5/10

Knight and Day (2010)

por rita ralha, em 19.07.10

Uma aventura atribulada em que as atribulações mais interessantes e desafiantes são tristemente eliminadas pelo conceito sempre latente dia e noite  (aka Cameron grogue nas partes difíceis). A dupla entretém e a história permanece interessante ao longo dos 110 minutos. Não há brilho, nem fascínio, há interesse e diversão q.b.

Numa frase: um bom filme de Verão para ver com cérebro de Verão

6/10

Sex and the City 2 (2010)

por rita ralha, em 16.06.10

Num esforço quase-quebrador do meu coração, escrevo estas duras e penosas palavras sobre le Sex 2.

 

Revolto numa dicotomia profunda de falta de história + palhaçada extrema, o segundo filme baseado na mighty série de televisão sobre 4 mulheres (clichés, é certo, mas interessantes) revela-se pouco mais que um fraco episódio gigante. Os problemas de Carrie nunca foram tão pequenos e as vidas das restantes três ainda menos problemáticas (ou interesse) apresentam.

 

Samantha fará rir com fartura, sem dúvida, mas a sensação de que o filme começa e termina exactamente no mesmo sítio é demasiado forte, desiludindo o grande, o médio e o pequeno fã.

 

4/10

Cold Souls (2010)

por rita ralha, em 08.06.10

Numa história, cuja atracção primária é a possibilidade de fazermos malabarismo de almas, numa perspectiva tão simples como não gosto da minha alma? mando-a fora ou troco por outra, sente-se a falta de um avaliar e de momentos de introspecção mais profundos, obrigatoriamente implícitos na vida de qualquer personagem a passar por tal experiência.

Assim, ficamos perante um Paul Giamatti que, por mérito próprio, consegue brilhar, mas que merecia um argumento bem mais rico e trabalhado.

6/10