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dear cinema

Críticas simples e curtas.

Foxcatcher (2014)

por rita ralha, em 05.01.15

foxcatcher-header.jpg

 

The world's best boss becomes the world's ickyest boss

 

[Contexto] Pelo Steve Carell, eu ia a qualquer lado. Pronto, pelo Michael Scott (pessoas incultas, consultem a vossa cábula), eu ia a qualquer lado. Coerentemente, fui ver o Foxcatcher (o que é que se passa este ano que todos os filmes têm títulos de uma só palavra?). Essencial acrescentar também que eu sou uma sucker por atores que fazem papéis 180º graus diferentes do habitual - naturalmente, depois de ter visto o trailer, fui para a sala de cinema com todo o meu kit de cheerleader e gritei S-T-E-V-E como se não houvesse amanhã.

 

Não vou dizer que é um filme que se arrasta, mas é um filme que demora o seu tempo e não está com preocupações de nos levar depressa ao final. Ficamos a conhecer a personagem de Carell exatamente ao mesmo ritmo que a personagem do Channing Tatum o faz e, para mim, isso foi chave para sermos embalados pelo ritmo calmo e apanhados de surpresa nos picos do filme.

 

Faz pensar em como a solidão pode levar as pessoas por diferentes caminhos e quão distintos são os ideais de sucesso que cada um estabelece para si próprio.

 

Gostei e acho que o Steve mereceu as diversas nomeações.

7/10